Moda X Identidade


Ao contrario do que muitos pensam, moda não é saber o nome de todas as grifes e estilistas do mundo, quais serão as tendências da próxima estação ou se matar ao sair do shopping sem uma sacola de compras. Com certeza, vai muito além disso. A moda serve para colocar pra fora a identidade mais oprimida, transformando aquilo em arte, em coisa física e compartilhável. É ser autentico, ter uma história, um conceito, e não ser apenas mais um “maria vai com as outras”. É se permitir fazer parte de um meio onde as pessoas se conectam por aquilo que elas realmente são, aquilo que elas amam e vivem por. E é exatamente isso que vem sendo difundido nos dias de hoje. O mar de personalidade expresso nas passarelas e em muitos editorias, são bastante visíveis.
“Moda significa romper armaduras estéticas para desvendar ou expor os mistérios por trás da composição de uma personalidade.

Rick Genest é uma prova viva disso tudo. O cara decidiu tomar uma atitude e ser o que ele é hoje, aos 15 anos, depois de fazer uma cirurgia de alto risco no cérebro para a retirada de um tumor (foi quando recebeu o apelido de Zombie). Foi exatamente ali, a beira da morte, que Genest viu a necessidade de abraçar a vida e de mostrar para o mundo em que acreditava. Se fez arte, e por fim, moda.

Olhando para seus trabalhos e entrevistas, chegamos a conclusão de que ele bate o pé e deixa bem claro que não importa o que a sociedade ou os críticos dizem, ele é quem está no comando, é ele quem decide no que acredita e por que acredita.

Em uma entrevista, Rick diz o seguinte: “A criatividade vem da alma, é o que mantém você vivo, é o que te faz ser humano. Faz você produzir e olhar para frente. Faz você buscar novos projetos sempre ao invés de guiar-se por emoções e seguir os projetos dos outros. É simplesmente incrível ser ativo, de forma geral. Ter próprias ambições”.


E aí? vamos rever nossos conceitos? Afinal, a moda pode ser bem mais do que nós pensamos.



  

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